Comentário da Lição 11 O Assunto da Expiação no Mundo atual e alguns contrapontos// Pr Anthony Santos
Comentário da Lição 11 O Assunto da Expiação no Mundo atual e alguns contrapontos// Pr Anthony Santos


Meditando
no Texto: A
salvação em Cristo alcança a todos (Jo 3.16). É tão eficaz que foi completada
de uma vez por todas pelo “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo
1.29). Somente por intermédio de um Cordeiro tão perfeito, de um sacrifício tão
completo e de um Deus tão amoroso se poderia realizar essa obra de maneira a
raiar a luz para os que estavam em trevas (Mt 4.16).
Leitura em Classe:
(Lc 24:24-26).
24 Além disso, alguns dos que estavam conosco
foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; a ele,
porém, não o viram. 25 Então Ele lhes disse: Como vocês são néscios, e tardos
de coração para entender tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não
importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória?
Ajuda teológica:
O QUE É A
OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO? 1. A necessidade de expiação.
Com o termo “expiação”, nos referimos ao ato de remir uma pessoa de um crime ou
falta cometida. Foi isso que aconteceu conosco por intermédio da obra
expiatória de Cristo. Esta se tornou necessária porque o pecado atingiu a
humanidade e a criação, de modo que o ser humano não consegue resolver esse
problema por si mesmo. Nesse contexto, a obra expiatória de Cristo se expressa
por meio do padecimento de cruz para aniquilar o poder do pecado sobre o ser
humano (Rm 5.20,21). Foi na cruz do Calvário o lugar em que se deu o sacrifício
expiatório de Cristo, substituindo o pecador pelo justo Cordeiro de Deus que
pagou em nosso lugar e, para sempre, a dívida do nosso pecado (Is 53). Esse ato
é a suprema expressão do amor do Pai, por meio de Jesus Cristo, o seu Filho,
para com todos os homens (Jo 3.16).
2. A
abrangência do pecado. As Escrituras mostram que todos pecaram e, que por isso,
foram afastados da presença de Deus, passando a inclinar-se para o mal (Rm
3.23; Sl 14.3; Mc 10.18; Ec 7.20). O problema do pecado é tão sério, e sua
abrangência tão grande, que a Bíblia mostra que ele faz a separação entre o
pecador e Deus (Is 59.2), impedindo as pessoas de serem salvas da ira divina
(Hb 10.26,27). Assim também a natureza foi atingida pelo pecado, fazendo a
Terra sofrer graves consequências naturais: degradação ambiental, poluição,
destruições por causa da ganância (Gn 3.17-19; Rm 8.22). Por isso, a Terra
geme, aguardando uma restauração plena por meio da redenção dos filhos de Deus
(2Pe 3.13; Rm 8.20,21) quando, enfim, o Senhor Jesus reinará para sempre.
3. A
expiação de Cristo. Como estudamos em lição anterior, os sacrifícios do Antigo
Testamento apontavam para a obra expiatória de Cristo, em que uma vítima
inocente morreria pelo verdadeiro culpado a fim de remir o pecado e a culpa
dele. Enquanto os sacrifícios do Antigo Testamento apenas minimizavam a
situação do pecador, a obra expiatória de Cristo resolve de uma vez por todas o
grave problema do pecado (Rm 3.23-25).
“As Escrituras
ensinam que o pecado de Adão afetou muito mais que a ele próprio (Rm 5.12-21;
1Co 15.21,22). Esta questão é chamada pecado original e postula três peguntas:
até que ponto, por quais meios e em que base o pecado de Adão é transmitido ao
restante da humanidade? [...] Romanos 5.12 declara que ‘todos pecaram’. Romanos
5.18 diz que mediante um só pecado todos foram condenados, o que subentende que
todos pecaram. Romanos 5.19 diz que mediante o pecado de um só homem todos
foram feitos pecadores”.
Você
precisa saber!
Ser ateu é
não acreditar na existência de Deus. Quem é ateu rejeita a religião e não acredita em coisas espirituais.
Muitos ateus acreditam que a ciência pode explicar tudo e que não há razão para
acreditar em Deus. Mas a Bíblia diz que tudo à nossa volta prova que
Deus existe (Romanos 1:19-20). pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto
entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder
e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio
das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
- Romanos 1:19-20
O ateu e a
Bíblia
Normalmente
os ateus têm três razões principais por não acreditarem em Deus:
Não
existe evidência que prova que Deus existe
A
religião é má
Coisas
más acontecem, por isso o Deus da Bíblia não pode existir
Por
outro lado, a Bíblia diz que:
Há
evidência que Deus existe – Deus se revela a nós de muitas formas, através
da natureza e da vida de Jesus – veja aqui: como Deus
se revela ao ser humano?
O
problema não é a religião – o problema é o pecado que mora dentro de cada
pessoa; o problema somos nós tomando decisões erradas – Romanos 7:21-23
O
bem prova que Deus existe – sem Deus não haveria bem; a maldade não prova
que Deus não existe – Tiago 1:17
Na
verdade, existe muita evidência e muitos bons argumentos para acreditar no Deus
da Bíblia. Basta procurar. Acreditar em Deus não é um ato
irracional. A evidência dá razão para acreditar, mas nenhuma evidência
pode dar certeza. Aí entra a fé. Cada pessoa tem que decidir em que vai
acreditar.
Tópico 1º
O pecado original como assunto para combater a expiação: Queridos amados. Que o bom Deus continue nos abençoando. Estamos. No
primeiro tópico da nossa lição. E nessa feita, Vamos falar sobre o pecado original. Como assunto para
combater a expiação, no debate atual, temos ouvidos que muitos homens da
atualidade. Inclusive, os ateus não admitem, a questão de que o homem herda, O
pecado dos primeiros pais, Adão. E Eva. Isso soa Como irracional e repugnante. E,
ainda mais, aberrante, para os ateus, o fato de que cada ser humano nasce em
pecado e só é salvo pelo sofrimento Divino da morte na Cruz. Porque o criador
do universo não conseguiu pensar em uma forma melhor de perdoar todo mundo. Isso porque Os novos ateus, Não entendem a
mensagem, Cristã da Cruz e da salvação eles Acham uma verdadeira, Aberração.
Tópico 2º Richard Dawkins – ateu que fala
contra a expiação:
Queridos,
Agora estamos no tópico segundo de nossa lição, onde fala sobre Richard
Dawkins. O ateu que fala contra a expiação, Então a bíblia diz, porque a vida
da carne está no sangue. Pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar para fazer expiação
pelas vossas Almas. Porquanto é o sangue que fará expiação pela alma. (LV: 17: 11).
Mas sobre isso, os novos ateus. Isto é, os ateus atuais. Discordam bastante, do
que eles chamam de teoria do bode expiatório, da expiação. Executar Um inocente
para pagar pelos pecados dos culpados. Para eles é, Inadmissível. Essa questão
da expiação. Conforme temos na bíblia, de fato, Richard Dawkins. Acha Que a
doutrina. Da expiação é uma loucura de Pedra. Ele expõe sua razão da seguinte
maneira. Se Deus quisesse, perdoar nossos pecados. Por que não os perdoar
simplesmente sem ter de ser torturado? E, executado em pagamento?
Tópico 3º
A morte de Jesus nesse embate
Queridos, vamos meditar nesse tópico final da lição, em um
assunto relevante para os cristãos da atualidade, vamos falar sobre a morte de
Jesus Cristo, e os embate
A morte de Jesus pelos pecados da humanidade, não foi Uma
criação. Inovação de Paulo. nem mesmo dos escritores dos Evangelhos. Bom,
sabemos que sua morte foi predita lá no Antigo testamento, uma passagem bem
clássica é a do Profeta messiânico, o profeta Isaías, quando ele diz, mas ele
foi ferido por causa das nossas transgressões e moído por causa das nossas iniquidades,
o castigo que nos traz a paz estava sobre ele. E pelas suas pisaduras, fomos
sarados. Is 53: 5.
Queridos. Pelo que
podemos entender, o mundo atual em especial os Ateísmos Negam as coisas da Bíblia,
em muitos pontos, temos aqui, que a
evidência para a morte de Jesus é tão forte que John Dominic Crossam, o
altamente cético, cofundador do Jesus Seminar.
Admitiu que Jesus foi crucificado. “É tão certo como qualquer fato histórico,
pode ser”. E o Erudito ateu Gerd Ludemann Escreveu a morte de Jesus como
consequência da crucificação é Indiscutível.
Vamos concluir essa lição de hoje com alguns reconhecimentos
de homens que mesmo sem fazer parte de nossa fé, mais tiveram de reconhecer o caráter
de Cristo, e soas obras aqui na terra. Longe de negar a historicidade de
Cristo, alguns dos maiores céticos do mundo souberam reconhecer a singularidade
do Messias. Vejamos algumas declarações:
Jean-Jacques Russeau,
deísta francês: "Quando Platão fala do homem justo que ele imaginava,
oprimindo todos os castigos de culpa, mas merecendo as mais elevadas
recompensas da virtude, ele se refere exatamente ao caráter de Jesus."
"Será que a Pessoa cuja história os Evangelhos narram pode ser um mero ser
humano? Que doçura, que pureza em seu procedimento! Que bondade contagiante em
seus ensinos! Que sublimidade em suas máximas! Que sabedoria profunda e seus
discursos! Que presença de espírito, que perspicácia de julgamento em suas
respostas! Sim, se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e
a morte de Jesus são as de um Deus.
" John Stuart Mill, filósofo e educador: "Mas quem
dentre os discípulos de Jesus ou dos prosélitos deles seria capaz de inventar
as palavras a ele atribuídas, ou idealizar a vida e o caráter revelados nos
Evangelhos? Ninguém."
Ralph Waldo Emerson, famoso escritor e filósofo: "Jesus
é o mais perfeito de todos os homens que já existiram."
Ernest Renan, escritor, filósofo e historiador: "Por
mais surpresas que o futuro nos reserve, Jesus jamais será superado."
Thomas Carlyle, escritor e historiador: Jesus é "[...]
nosso símbolo mais divino. O pensamento humano ainda não atingiu nível mais
elevado. Jesus é símbolo de caráter perene, infinito, cuja importância sempre
exigirá ser investigada de novo e manisfesta de novo."
Fonte: Novas Evidências que Demandam um Veredito, Josh
McDowell, Hagnos, pgs 585-586 e 596-597.
Leia mais em: https://entreomalhoeabigorna.blogspot.com/2014/12/cristo-segundo-os-ceticos-e-seus.html
Que os amados possam ter uma boa aula IPAD no Platô (1)
Classe única Prof. Anthony Santos//sdsantosdigital.blog

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